quarta-feira, 20 de junho de 2012



A Microsoft apresentou a nova versão de seu sistema operacional móvel, o Windows Phone 8, para smartphones. O anúnciou foi feito por Terry Myerson, vice-presidente de Windows Phone da companhia, nesta quarta-feira (20), em San Francisco (EUA).

"Primeiro, queríamos que o Windows Phone fosse uma expressão do usuário. Nosso segundo direcionamento foi criar um aparelho que oferecesse conteúdo relevante. E o terceiro ponto foi oferecer um aparelho mais conectado", comentou Myerson ao iniciar a apresentação.
Microsoft apresentou o sistema operacional Windows 8 para smartphones em evento nos EUA (Foto: Reprodução)Microsoft apresentou a plataforma Windows 8 para smartphones em evento nos EUA (Foto: Reprodução)
Segundo Joe Belfiori, responsável pelo Programa Windows Phone na Microsoft, o novo sistema operacional terá um "código comum entre o Windows 8 e Windows Phone 8". A versão atual do sistema, o Windows Phone 7.5, batizada de “Mango”, foi lançada em setembro do ano passado e chegou ao Brasil em março, nos smartphones da linha Nokia Lumia (modelos 800 e 710).
Conforme previsão da empresa de pesquisa IDC, o Windows Phone 7 e o Windows Mobile vão alcançar 5,2% de participação no mercado mundial de plataformas móveis em 2012, contra 20,5% do iOS e 61% do Android. Em 2016, o sistema operacional da Microsoft deve ultrapassar a Apple e atingir 19,2% de participação, segundo a IDC. A fatia do Android deve cair para 52,9% e do iOS, para 19%.


Executivo da Microsoft mostra como será a interface 'Metro' no Windows 8 para celulares (Foto: Reprodução)Executivo da Microsoft mostra como será a interface 'Metro' no Windows 8 para celulares (Foto: Reprodução)
Plataforma
O Windows Phone 8 irá focar no consumidor final, de acordo com a Microsoft. Por conta disso, o suporte do sistema operacional será com processadores de dois núcleos, que chegam no fim do ano, e com mais núcleos, que devem ser lançados em 2013. O sistema terá suporte para três resoluções de tela, WVGA, WXGA e 720p. Além disso, suporte gráfico para games e aplicações mais potentes também terão benefícios no Windows Phone 8.
A plataforma terá uma versão do navegador Internet Explorer 10 que será quatro vezes melhor do que a existente nos celulares hoje, segundo a empresa. O IE 10 ainda terá um recurso de segurança similar ao existente no PC, que evita que o usuário entre em sites maliciosos que podem comprometer seus dados pessoais. O navegador terá uma aceleração gráfica que permite rodar aplicativos web com código HTML5, mais potentes do que os vistos em smartphones comuns.
Para os desenvolvedores, a criação de aplicativos e de jogos terá uma plataforma unificada entre o Windows 8 para PCs e o Windows Phone 8. Isso agiliza o desenvolvimento e o lançamento destes produtos no mercado.
Pagamento pelo celular
O Windows Phone 8 será compatível com sistemas de pagamento virtual, ao armazenar dados de cartões de débito e crédito e com suporte ao NFC, que usa o celular como meio de pagamento, passando um sensor para realizar uma compra em um mercado, por exemplo.
A Microsoft demonstrou algumas novidades em relação ao uso do NFC (sigla para Near Field Communication), que permite encostar o celular em um código para ter acesso a informações. Ao tocar o celular em uma página de uma revista com o código NFC, por exemplo, o usuário pode ser levado a um aplicativo ou a um anúncio. O NFC também pode ser usado em cartões de visita, ao encostar o cartão no celular e enviar os dados para a memória do aparelho.
Uma das novidades se chama Cupons Digitais, que permite acessar promoções de locais reais para poder usá-las no local. Eles ficam armazenados na seção Wallet, que permite fazer pagamentos com o celular e usa o sistema Windows Phone 8.
Mapas e 'Metro'
O sistema de mapas será fornecido pela Nokia, com navegação GPS em tempo real e uso off-line para quando o usuário estiver longe de uma conexão. Dessa forma, é feito um download do local. Os desenvolvedores de aplicativos poderão acessar o recurso para usar o mapa (on-line e off-line) em seus programas.

Para a área de negócios, o Windows Phone 8 terá o sistema de encriptação do aparelho já utilizada pela Microsoft, afirma a empresa. Os programas da suíte Office estarão disponíveis no lançamento do sistema operacional. A segurança será fundamental para que o sistema tenha sucesso no meio corporativo.

Os tijolos da interface “Metro” estão ainda mais elegantes, segundo a empresa, apresentando informações sem que os usuários precisem entrar nos aplicativos. O usuário pode definir o tamanho dos quadrados dependendo do uso dos programas, tornando-os pessoais.
Se um usuário envia mais SMS do que e-mails, as telas destes recursos podem ser maiores ou menores, mostrando as últimas mensagens sem a necessidade de abrir o aplicativo.No caso do uso do GPS, não é preciso abrir o aplicativo para ver o caminho a ser percorrido, já que a imagem em tempo real é atualizada no tijolo da interface “Metro”.

Postado por: Erika Lovazs
Vide: http://glo.bo/N9l7qk

Facebook revela o que acontece quando usuários fazem denúncias



 rede social mostrou em seu blog oficial o processo que é gerado toda vez que um usuário faz uma denúncia
Foto: Reprodução
Nem só "curtidas", compartilhamento e comentários aparecem entre as intesas atividades da maior rede social do mundo. Motivados por conteúdos que consideram ofensivos ou ilegais, muitos usuários do Facebook também utilizam o recurso de denúncia para tentar banir alguma informação ou página.
Mas o que acontece quando alguém denuncia outra pessoa, ou algo, no Facebook? Esta semana a rede social revelou em seu blog oficial uma espécie de mapa, do processo, explicando quais são os passos e no que estes podem resultar.
A empresa desenvolveu uma estrutura chamada Operações do Utilizador (UO, na sigla em inglês), que centraliza todos os tipos de questões de segurança, denúncia e abusos. Quando alguém aponta algum conteúdo inadequado, a reclamação vai direto para este setor e é encaminhada à divisão que melhor possa lhe servir. O sistema permite que o Facebook registre e atenda essas notificações o tempo inteiro, 24 horas, sete dias por semana, através de todos os escritórios que tem espalhados pelo mundo.
Quando uma denúncia chega à seção que lhe corresponde, uma equipe de segurança a avalia e, se for o caso, traça uma ação para solucioná-la. Se a equipe constatar que alguma das políticas da rede social foi violada, o Facebook elimina o conteúdo em questão e avisa à pessoal que o denunciou. A empresa também pode impedir que um usuário compartilhe determinados tipode de conteúdo, bloquear certos recursos no perfil, desabilitar a conta, ou, se necessário, sujeitar o caso à julgamento da lei de cada país.
"Antes, se o conteúdo não violava nossas regras, nada era feito e ele continuava lá", lembra o post feito no blog. "Desde o ano passado foi estabelecido um mecanismo que permite aos usuários resolver seus conflitos além de do simples bloqueio ou exclusão de contatos. É a nossa ferramenta de "relatório social" permite ao usuário encontrar outras pessoas ou amigos confiança para ajudá-lo a resolver determinado problema ou abrir um fórum para diálogo sobre tal", diz o texto.
O andamento de um processo de denúncia pode ser acompanhado através do Painel de Suporte do Facebook.
Os engenheiros, que desenvolvem as ferramentas e recursos da rede social, também se envolvem na tarefa de propiciar mais segurança aos usuários e ajudá-los na resolução autônoma de problemas. Eles criaram, por exemplo, o centro de assistência Facebook.com/hacked, ao qual se pode recorer quando há suspeitas de que um perfil foi invadido ou comprometido por terceiros.
Além de contar com sua equipe interna, O Facebook também declarou desejar trabalhar em "estreita colaboração" com outros especialistas e grupos que participam de seu Conselho de Segurança. Entre estes estão diversas organizações, como entidades de prevenção ao suicídio e redes de apoio aos direitos GLBTT (gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais).


Postado por: Erika Lovazs

Vide: http://bit.ly/LCekKg

domingo, 17 de junho de 2012


Tecnologias na Sala de Aula

Uso de tecnologia em escolas depende do conteúdo disponível


Brasília – Depois de prefeituras e governos estaduais receberem ou adquirirem cerca de 574 mil laptops por meio do Programa Um Computador por Aluno (UCA), o Ministério da Educação (MEC) acena com a possibilidade de inserir ostablets nas salas de aulas das escolas públicas brasileiras. Especialistas concordam que o sucesso do uso das tecnologias em educação não depende apenas da plataforma utilizada, mas sim da forma como a escola vai inserir essas ferramentas no aprendizado e também dos conteúdos digitais disponíveis.
A diretora da Fundação Pensamento Digital, Marta Voeclker, aponta que a escola pode “mudar de paradigma” a partir da tecnologia. Ela ressalta que o uso das máquinas – seja um computador, laptop ou tablet – pode transformar a lógica do aprendizado. Alunos deixam de ser meros “recebedores” de conteúdo e podem evoluir para autores. “A tecnologia nos ajuda a sair de uma educação por instrução e memorização para uma educação de construção e colaboração. Uma tecnologia que a criança use a imagem, escreva e formalize ali seu entendimento. Se tenta mudar a escola há cem anos e a tecnologia vem ajudar nisso”, explica.
Sob esse ponto de vista, Marta defende que o “hardware” não importa tanto. O essencial é ter à disposição ferramentas que possibilitem um uso educacional de laptops e tablets para que as máquinas não sejam meras reprodutoras dos conteúdos que já estão nos livros didáticos. “A escola vai aos poucos se tornando digital, os professores estão fazendo blogs, a gente se apropria das redes sociais, mas não há algo pensado para a escola que precisa de uma transição para a época digital”, aponta.
A especialista no uso das tecnologias da educação ressalta, entretanto, que essa transição da escola analógica para a digital precisar ser feita aos poucos. Leva tempo e exige uma reflexão da sociedade a respeito do que se espera da escola. “Quando o educador começa a trabalhar esses projetos, chega um momento que o sistema não reconhece o que ele está fazendo. Isto está acontecendo em todo o mundo. No Brasil, nós temos um ambiente mais propício à mudança, até do ponto de vista da legislação. Mas é uma mudança grande porque aí chegam as avaliações que hoje ainda se baseiam muito na memorização”, diz Marta. “O que precisava é de um pensamento estratégico dentro do governo para pensar esse assunto a longo prazo”, completa.
Para Ilona Becskeházy, diretora da Fundação Lemann, a primeira e principal estratégia é buscar conteúdos pedagógicos que possam ser acessados por meio dos equipamentos. “Se você não selecionar conteúdo de alto padrão, tanto faz se é papel, lousa, ou tablet. E isto a gente não faz no Brasil. A lógica deveria ser: primeiro você busca o conteúdo e depois você procura como é a melhor maneira de distribui-lo. Se ele for bom pode ser até um mimeógrafo”, critica.
Em 2012, pela primeira vez, o edital publicado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) para a compra dos livros didáticos que são distribuídos às escolas públicas do país inclui os chamados “objetos educacionais complementares aos livros didáticos”. Isto significa que as editoras poderão apresentar conteúdos em formato digital que, se aprovados, poderão ser adquiridos pelo governo para uso na rede pública.
Nos diferentes cenários da sociedade atual, a relação entre cultura e educação sugere novas formas de interação entre pessoas e conhecimento. Tais relações têm sido cada vez mais mediadas pelas tecnologias e, consequentemente, novas linguagens estão sendo construídas e que nos levam à pergunta: o que é estar alfabetizado hoje?
Além de dominar a leitura e a escrita, é necessário pensar nas possibilidades de ver, interpretar e problematizar de maneira crítica as imagens da TV, dos filmes, das publicidades, das notícias e dos jornais - saber usar o computador, operar as diversas funções do celular, navegar pelas redes da Internet de forma segura, e compartilhar conteúdos de forma responsável. Nesse universo, a mediação educativa é um dos grandes desafios da mídia-educação.
Sabemos que as mídias hoje são elementos importantes de práticas culturais das pessoas e asseguram formas de socialização e transmissão simbólica; por isso, entender a mídia como cultura e mediação implica reconhecer certas tensões entre o tecnológico, o industrial e o social, como destaca Roger Silverstone, em seu livro Por que estudar a mídia.

Antônio More/Gazeta do Povo
Antônio More/Gazeta do Povo /
Nesse quadro, as mídias clássicas e digitais e suas tecnologias da informação e comunicação não podem mais estar excluídas das experiências escolares de ensino-aprendizagem. É uma condição da cidadania - seja ela de pertencimento, seja instrumental, diz Rivoltella. E a mídia-educação significa uma possibilidade de educar para/sobre as mídias, com as mídias e através das mídias, a partir de uma abordagem crítica-reflexiva, metodológico-instrumental e expressivo-produtiva. Ou seja, precisamos trabalhar educativamente com esse universo midiático de forma crítica, aprender a operar com seus diferentes códigos, a nos expressar utilizando as múltiplas linguagens e compartilhar tais produções de forma responsável.
Nesse sentido, a mídia-educação pode contribuir com uma educação para a cidadania capacitando crianças, jovens e professores para uma apropriação ativa das mídias. Isso significa ir além, construir uma atitude mais crítica em relação aos programas que assistem, aos sites em que navegam e às interações que estabelecem nas redes, no sentido de problematizar a cultura midiática que consomem, produzem e compartilham.
Para tal, precisamos nos perguntar em que medida, nós, adultos (pais, mães e professores) estamos alfabetizados nessas linguagens e de que forma possibilitamos as mediações significativas nesse contexto cultural em geral, e midiático e tecnológico em particular. 
Como convivemos com certas mídias há muito tempo, nem sempre alcançamos um distanciamento crítico em relação a nossas experiências. Aliás, diversas pesquisas apontam usos das mídias na escola de forma questionável do ponto de vista da mídia-educação, alternando-se entre resistência, negatividade e permissividade. Em vez de desprezar o que crianças e jovens fazem com as mídias, poderíamos tomá-los como objetos de estudo, buscar entender os usos e o que os possíveis aprendizados com as mídias. Isso poderia ser feito, por exemplo, por meio da problematização de suas formas de consumo, discussão de questões ligadas à formação humana, às produções culturais e aos espaços sociais destinados à infância, à adolescência e à juventude de hoje.
Algumas pesquisas demonstram aspectos de tais perspectivas, seja da mídia-educação nas escolas, seja das relações que crianças e jovens estabelecem com diferentes mídias e tecnologias na vida cotidiana. Cenário de uma próxima conversa...

 http://envolverde.com.br/educacao/tecnologia-educacao/uso-de-tecnologia-em-escolas-depende-menos-de-plataforma-e-mais-de-conteudo-disponivel-defendem-especialistas/

Ingrid Nascimento Da Silva
Curso De Pedagogia

Papo Furado 

A integração das tecnologias na educação José Manuel Moran


LeapFrog cria o tablet para crianças, agora com o LeapPad  Explorer a a tecnologia dos tablets também está disponível para os pequeninos, com jogos educativos que treinam a escrita, matemática, ciências, pronúncia, leitura, música, geografia, entre outros, atividades para as crianças aprenderem brincando.
A LeapFrog é uma empresa especialista em no público infantil, sempre têm ua novidade para as crianças, criando agora o LeapPad Explorer com aplicativos para aprender, com a chegada prevista para Junho nos Estados Unidos, o LeadFrog foi criado para as crianças, com um entorno macio pensado nas possíveis quedas, além de microfone e câmera, os aplicativos são totalmente educativos, com uma tela de 5 polegadas, as crianças poderão usar os dedos ou caneta especial.
Com tanta tecnologia hoje os pequenos não poderiam estar de fora, cada vez mais produtos estão sendo criados pensando neles, além de toda a tecnologia e novidade do mundo digital agradar as crianças os pais também são beneficiados na ajuda educativa que os aparelhos possuem, mas todo cuidado é pouco, a LeapFrog pensou nisso, e os pais receberão regularmente um email com infromações sobre odesempenho das atividades de seus filhos, o sonho dos pais se realizou.

O mundo digital vem crescendo a cada dia e com ele as nossas crianças, no meio deste mundo digital é preciso ter cuidado, e apresentar os produtos as crianças produtos como o LeadPad Explorer são ótimas opções, por possuirem apenas atividades educativas, ajudando no desenvolvimento das crianças brincando com elas, o produto deve custar cerca de R$ 99,00 e os aplicativos R$ 7,90 cada.
Nada melhor que aliar brincadeira com tecnologia. Então não deixe a criançada de fora das novas tendências. Por isso, amigos terráqueos, minhas dicas de presentes de Natal de hoje são os laptops infantis!
Para as meninas, a partir dos 3 aninhos, a Yellow criou o Laptop Desktop Princesas. Com funções em português, inglês e espanhol, este lindo laptop vem com mais de 80 atividades diferentes. E ainda possui 5 módulos com letras, palavras, matemática, música e joguinhos para a meninada aprender brincando!








Outra opção também para as meninas e que adoram a Fada Sininho é o Notebook Tinker Bell. Com 32 funções em português este laptop infantil é mais que um simples brinquedo.  Com ele, aprender se transforma em diversão com seus efeitos sonoros, fundos musicais e animações maneiríssimas.


As tecnologias evoluem em quatro direções fundamentais:
Do analógico para o digital (digitalização)
Do físico para o virtual (virtualização)
Do fixo para o móvel (mobilidade)
Do massivo para o individual (personalização)
Carly Fiorina, ex-presidente da HPackard

A digitalização permite registrar, editar, combinar, manipular toda e qualquer informação, por qualquer meio, em qualquer lugar, a qualquer tempo. A digitalização traz a multiplicação de possibilidades de escolha, de interação. A mobilidade e a virtualização nos libertam dos espaços e tempos rígidos, previsíveis, determinados.
As tecnologias que num primeiro momento são utilizadas de forma separada – computador, celular, Internet, mp3, câmera digital – e caminham na direção da convergência, da integração, dos equipamentos multifuncionais que agregam valor.
O computador continua, mas ligado à internet, à câmera digital, ao celular, ao mp3, principalmente nos pockets ou computadores de mão. O telefone celular é a tecnologia que atualmente mais agrega valor: é wireless (sem fio) e rapidamente incorporou o acesso à Internet, à foto digital, aos programas de comunicação (voz, TV), ao entretenimento (jogos, música-mp3) e outros serviços.
Estas tecnologias começam a afetar profundamente a educação. Esta sempre esteve e continua presa a lugares e tempos determinados: escola, salas de aula, calendário escolar, grade curricular.  
Há vinte anos, para aprender oficialmente, tínhamos que ir a uma escola. E hoje? Continuamos, na maioria das situações, indo ao mesmo lugar, obrigatoriamente, para aprender. Há mudanças, mas são pequenas, ínfimas, diante do peso da organização escolar como local e tempo fixos, programados, oficiais de aprendizagem.
As tecnologias chegaram na escola, mas estas sempre privilegiaram mais o controle a modernização da infra-estrutura e a gestão do que a mudança. Os programas de gestão administrativa estão mais desenvolvidos do que os voltados à aprendizagem. Há avanços na virtualização da aprendizagem, mas só conseguem arranhar superficialmente a estrutura pesada em que estão estruturados os vários níveis de ensino.
Apesar da resistência institucional, as pressões pelas mudanças são cada vez mais fortes. As empresas estão muito ativas na buscam nas universidades mais agilidade, flexibilização e rapidez na oferta de educação continuada. Os avanços na educação a distância com a LDB e a Internet estão sendo notáveis. A LDB legalizou a educação a distância  e a Internet lhe tirou o ar de isolamento, de atraso, de ensino de segunda classe. A interconectividade que a Internet e as redes desenvolveram nestes últimos anos está começando a revolucionar a forma de ensinar e aprender.
As redes, principalmente a Internet, estão começando a provocar mudanças profundas na educação presencial e a distância. Na presencial, desenraizam o conceito de ensino-aprendizagem localizado e temporalizado. Podemos aprender desde vários lugares, ao mesmo tempo, on e off line, juntos e separados. Como nos bancos, temos nossa agência (escola) que é nosso ponto de referência; só que agora não precisamos ir até lá o tempo todo para poder aprender.
As redes também estão provocando mudanças profundas na educação a distância. Antes a EAD era uma atividade muito solitária e exigia muito auto-disciplina. Agora com as redes a EAD continua como uma atividade individual, combinada com a possibilidade de comunicação instantânea, de criar grupos de aprendizagem, integrando a aprendizagem pessoal com a grupal.
A educação presencial está incorporando tecnologias, funções, atividades que eram típicas da educação a distância, e a EAD está descobrindo que pode ensinar de forma menos individualista, mantendo um equilíbrio entre a flexibilidade e a interação.




Ingrid Nascimento Da Silva
Curso De Pedagogia


Novos computadores

                                                       Tecnologia mais moderna para melhoria do aprendizado

Livro infantil da Editora Saraiva se transforma em aplicativo para iPad



O fascinante mundo da tecnologia ao alcance das crianças do Colégio Marista Dom Silvério, antenadas com a evolução dos computadores. Nos Laboratórios de Informática da Vila Marista e do Maristinha os estudantes já contam com modernos equipamentos. Para a Educação Infantil na Vila Marista, foram adquiridos 18 novos computadores e mais 22 para o Ensino Fundamental do Maristinha, investimento da Direção da escola, como presente na Semana da Criança. Todos iguais em painel de LED HD, com alta resolução de imagem, o que proporciona uma visualização mais definida com riqueza de detalhes, sistema de Wi-fi, conexão de internet sem fio, mais praticidade nos trabalhos junto aos alunos, USB com seis entradas para conexão de pen drives, câmeras, impressoras, celulares e o que mais for necessário. E tem mais funções; gravador de DVD e CD’s, Webcam, leitor de cartões, saída para fone de ouvido e microfone. Todos os novos computadores possibilitam um melhor ambiente de trabalho, e principalmente para o aprendizado. Todas as turmas do maternal I ao 5º ano do Ensino Fundamental, e os alunos do Marista em Tempo Integral, usam os Laboratórios de Informática.

A Galapagos Mobile — startup brasileira especializada na criação de serviços e conteúdos diversos para dispositivos móveis — anunciou hoje que trabalhou em parceria com a Editora Saraiva no desenvolvimento da versão para iPad do livro infantil “Se a criança governasse o mundo…”, de Marcelo Xavier.
Trabalhando sempre com ilustrações tridimensionais, feitas com massa de modelar montada e fotografada, interagindo com um texto que promete ser supercativante, o autor imagina o que aconteceria se crianças governassem o mundo, mostrando como é sensível a visão global da infância.
O livro, que já é sucesso na versão impressa e detentor de diversas premiações, tem agora todas as suas 25 páginas animadas/interativas. Na versão para o iPad, a obra ganhou narração, trilha e efeitos sonoros.
A criança pode não somente tocar instrumentos, mexer o iPad para que frutos caiam de uma árvore, fazer um livro flutuar e movimentar objetos pela tela, como também criar a assinatura do livro com sua própria letra, escolher sua cor favorita e mudar o plano de fundo, marcar a página do livro e navegar pelo índice. Conteúdo e tecnologia aliados para proporcionar uma prazerosa experiência de leitura para as crianças, e certamente para pais e professores.
O título chegará em breve à App Store, por US$8.

Ingrid Nascimento Da  Silva
Curso De Pedagogia


Tablet vira brinquedo e recurso pedagógico em escolinha infantil




ESCOLA BILÍNGUE DO RIO USA APARELHO EM ATIVIDADES COM CRIANÇAS DE 2 ANOS.'CRIANÇA NÃO DIFERENCIA DIGITAL DO ANALÓGICO', AVALIA EDUCADORA.


Eles não sabem ler nem escrever, mal aprenderam a andar e falar, mas já dão os primeiros passos no mundo da tecnologia. O uso de tablets se faz cada vez mais presente nas escolas de ensino fundamental e médio. Mas também quem ainda usa fraldas e mamadeiras começam a se familiarizar com a prancheta eletrônica.Em uma escola bilíngue da Zona Sul do Rio, o tablet serve como um recurso pedagógico que diverte os pequenos desde antes dos dois anos de idade e ajuda em seu desenvolvimento.
“A tecnologia se insere dentro da proposta pedagógica de oferecer recursos para que a criança se desenvolva, sem o medo da tecnologia que as gerações anteriores tinham. A criança não faz a diferenciação entre analógico e digital que o adulto faz. Para ela, esse é um ambiente natural. Ela já nasceu dentro desse mundo tecnológico”, pondera Silene de Farias Cordeiro, coordenadora de tecnologia educacional da escola Centro Educacional Miraflores, nas Laranjeiras, Zona Sul do Rio. 
O tablet é usado para contar histórias e mostrar figuras geométricas, entre outras atividades. Diante do tablet, as crianças se comportam como com qualquer brinquedo. Ouvem a história como se acompanhassem a leitura de um livro de papel. A escola conta também com computadores, lousa interativa e uma tartaruga robô. “Através desses recursos, as crianças podem interagir entre elas, com os objetos e adquirir conhecimentos diversos”, afirma a professora Silene.

Iniciação à tecnologia
Leonardo Villela de Castro, professor de educação da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio), não vê problemas nessa iniciação precoce. “A linguagem de computador tem muito apelo e similaridade com a maneira como as crianças lidam com o mundo. Nesse sentido, pode ser interessante, desde que não seja nada obrigatório, desde que não seja nenhuma pressão para que aprendam desde cedo a manipular a máquina nem a vê-la como única fonte de busca de prazer e conhecimento”, ressalta.

Num momento em que alguns estados americanos querem abolir o ensino da escrita cursiva em troca da digitação no computador, o educador pede cautela.
“Aprender desde cedo a usar um teclado e digitar é um ganho para a criança. Mas não se substitui uma coisa pela outra. Agrega-se. A escola não deve fazer isso para tentar vender uma imagem de modernidade. Aprender a escrever e desenhar com lápis é um ganho para a criança. Por que apagar isso em detrimento de outra forma?”, questiona.
A professora Silene concorda e diz que o ser humano deve ter acesso ao desenvolvimento de uma forma ampla












“O papel da escola é permitir que as crianças tenham acesso a todas essas fontes e possam mostrar seu conhecimento de forma diferenciada, seja na escrita cursiva seja na digital”, afirma.
E se a tecnologia chega na pré-escola para entreter e desenvolver os pequenos, os pais também podem tirar proveito disso, como sugere o professor Leonardo.
“Tudo o que a criança conhece dentro da escola pode ser objeto de conhecimento dos pais, se eles se interessarem. Esse tipo de interação do adulto com a criança pode ter um impacto na vida do pai e da mãe. Se for de forma saudável, como fruto de uma troca, uma interação, em que o adulto tenta entender melhor a forma como a criança está vivendo, é ótimo”, conclu

Erika Lovazs
Projeto pedagógico Tecnológico educacional 

OPPITZ SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS








Os princípios do uso da tecnologia na Educação Infantil são os mesmos válidos para todo o trabalho do Magno/Mágico de Oz: ela é um instrumento a mais no processo do conhecimento. Utilizamos a tecnologia de muitas e variadas formas: na comunicação, nas atividades de ensino, nos jogos, artes, sem preconceitos. 

Em cada um desses exemplos, a criança é o agente que utiliza a ferramenta de modo compatível com sua idade e fase de aprendizado em que se encontra.
 A Educação Infantil também caminha com o mundo. Para valorizar realmente a experiência das crianças, devemos reconhecer que, em suas casas, nas ruas, estão em permanente contato com a tecnologia. 
Para conciliar recursos tecnológicos com as mais diversas formas de estimulação, é necessário que os professores estejam preparados para isso. Os educadores do Mágico de Oz estão. 






















Carteiras informatizadas tornam-se mais um recurso para a educação de crianças

No meio da aula a aluna chama uma colega, pedindo ajuda. Não conseguia abrir uma das janelas do computador. A colega prontamente se levanta e vai ajudar, indicando os botões corretos. Aparentemente uma situação corriqueira, não fosse um detalhe: a idade das estudantes. Sofia, de apenas cinco anos, é quem orienta a amiguinha, que acaba de completar a mesma idade. Em poucos segundos a tela da carteira informatizada exibe o vídeo do clássico Mágico de Oz. 
É sabido que o uso da tecnologia já é realidade em diversas escolas do país. Só que em Florianópolis um projeto que une o computador à proposta pedagógica de uma escola de educação infantil é que tem chamado a atenção de pais e educadores. Jogos de memória, de colorir, vídeos educativos e até programas de texto – para os alunos já em fase de alfabetização – são acessados pelas crianças. Depois de realizar as tarefas manualmente, com as ferramentas já conhecidas (lápis, papel, jogos de madeira) os alunos passam para o computador a produção do dia. E cada um tem uma pasta, onde são arquivados os trabalhos virtuais. 
A pedagoga Clarissa Araújo, diretora da escola, conta que as crianças tem muita habilidade com as carteiras informatizadas, trabalhando muitas vezes de forma mais rápida que as próprias professoras. Mas enfatiza que a utilização da tecnologia no dia a dia da escola é vista como mais um recurso na tarefa de educar. Ela não deve substituir nenhuma ferramenta de ensino, mas sim complementar o trabalho da proposta pedagógica. “Preocupamo-nos em escolher jogos, sites e softwares adequados para as crianças. Todos os nossos alunos estão usando as carteiras, mas isto conforme a faixa etária, compreendendo e respeitando as diferenças e necessidades individuais de cada criança”, completa. 
Depois da instalação das carteiras, há cerca de três meses, já se pode notar algumas diferenças com relação às crianças. A equipe da escola percebeu que, além das questões de conteúdo, que são trabalhadas no computador, as carteiras informatizadas ajudam também com questões de motricidade e concentração. Assim, com cuidado, bloqueio de acessos e critérios de utilização as crianças ganham mais um aliado para a difícil tarefa de aprender. 


http://opptizsolucoestecnologicas.blogspot.com.br/2010/01/tecnologia-na-educacao-infantil.html
http://www.colmagno.com.br/magicodeoz/projeto.asp
Ingrid Nascimento Da Silva
Curso De Pedagogia