quarta-feira, 18 de abril de 2012

Facebook supera Google no Brasil no fim de semana, diz empresa.

Rede social criada por Marck Zuckerberg tem mais de 840 milhões de usuários ativos no mundo

O Facebook superou o Google como site mais visitado no Brasil no último fim de semana, na primeira vez para o período, de acordo com levantamento da empresa de pesquisa de mercado Experian Marketing Services.
A rede social atingiu 10,86% das visitas no sábado e 10,98% no domingo, ante 10,85% e 10,55% de visitas ao site de buscas, respectivamente.
O número de visitas registradas pelo Facebook no Brasil cresceu 86,73% nos últimos seis meses, segundo a empresa de pesquisa.
Em 19 de dezembro, o Facebook superou a visitação da rede social rival Orkut, controlada pelo Google, consolidando a posição a partir de 9 de janeiro, segundo a Experian.
Erika Lovazs

Dia Nacional do Livro Infantil, em Homenagem a Monteiro Lobato.
 Incentivem seus pequeninos a ler...a paixão pelos livros é uma das melhores coisas que você pode transmitir a eles!!


Erika Lovazs
A CRONICA ESCRITA POR PAULO MENDES CAMPOS
A História Da Alice No País Das Maravilhas
E o bate papo com o interlocutor  para Maria Da Graça
por PAULO MENDES CAMPOS DO LIVRO O AMOR ACABA

                                               Aconselhas o livro Alice No País das maravilhas.
 O livro vem como um auto ajuda talvez, aliviando a visão sobre o mundo, e os que nos cerca no entendimento sobre a vida vivida por um personagem. Maria Da Graça,  não leve a vida tão a sério.
      Alice no país das Maravilhas, são momentos mágicos, e no mundo real onde Maria da Graça pode encontra formas também para escapa, ou resolver algo que lhe tire as dúvidas.

Uma pequena frase do texto me chamou a tenção, seguido Maria da Graça.

Há uma sabedoria social ou de bolsos, nem toda sabedoria tem de ser séria ou profunda. No mundo real, muitas coisas que acontece, um problema ou situação não solucionada como exe.:   Alice que se encontrava no fundo do poço, e cansada de estar sozinha, achou a porta e abriu. Voltando ao bolso, que nem tudo se deve levar ao pé da letra.

O ratinho conta sobre sua trajetória, de que todos nós temos problemas, que daria para escrever um livro, com tanta coisa que nos acontece, momentos tristes e bons.

O texto mexe muito com relação o que apreendemos no dia a dia, coisas inexplicáveis, são sensações de momentos aprendidos, do que a vida é capaz de mostramos em simples gestos, uma gota d'água, tem um significado para os grandes observadores da vida.

Quando Alice diminuiu de tamanho um camundongo. Isso acontece no nosso mundo real, que às vezes nos sentimos inferiores aos outros. O que mas marcou é a ideia do texto, sua elaboração, com relação a nossa realidade. Um pequeno texto de observação.

A alma da gente é uma máquina complicada que produz durante a vida toda uma quantidade imensa de camundongos. O jeito é rir no caso da primeira confusão e ficar bem-disposto para enfrentar o rinoceronte que entrou em nosso domínio disfarçado de camundongo. Mas como tomar o pequeno por grande e o grande por pequeno é sempre meio cómico, nunca devemos perder o bom humor. Toda pessoa deve ter três caixas para guardar humor: uma caixa grande para o humor mais ou menos barato que a gente gasta na rua com os outros; uma caixa médica para o humor que a gente precisa ter quando está sozinho, para perdoares a ti mesma, para rires de ti mesma; por fim, uma caixa preciosa, muito escondida, para as grandes ocasiões. Chamo de grandes ocasiões os momentos perigosos em que estamos cheios de sofrimento ou de vaidade, em que sofremos a tentação de achar que fracassamos ou triunfamos, em que nos sentimos umas drogas ou muito bacanas. Cuidado, Maria, com as grandes ocasiões.

Por fim, mais uma palavra de bolso: às vezes uma pessoa se abandona de tal forma ao sofrimento, com tal complacência, que tem medo de não poder sair de lá. A dor também tem o seu feitiço, e este se vira contra o enfeitiçado. Por isso Alice, depois de ter chorado um largo, pensava: "Agora serei castigada, afogando-me em minhas próprias lágrimas". Posto

como um dialogo entre o autor e o personagem,  havendo uma terceira pessoa o próprio leito. A verdade que somos camundongos pequenos e ao mesmo tempo grandes, conforme enxergamos a vida. Em geral fala-se de nós mesmo, a métodos para se resolver. Buscando divergência os hábitos sem fronteiras, que são posto em cada , sapatinho nosso. Ao sair de casa, observe sua própria porta , que é a saída para dentro e fora de casa, podemos corpora como a porta da felicidades.


http://propaulo.blogspot.com.br/2012/03/para-maria-da-graca-paulo-m-campos.html?spref=bl



Universidade Anhembi Morumbi
Ingrid Nascimento Da Silva
Curso de Pedagogia

quarta-feira, 11 de abril de 2012

HIPERTEXTO E A EDUCAÇÃO



Hipertexto é o termo que remete a um texto em formato digital, ao qual se agregam outros conjuntos de informação na forma de blocos de textos, palavras, imagens ou sons, cujo acesso se dá através de referências específicas denominadas hiperlinks,ou simplesmente links.

Em palavras mais simples, o hipertexto é uma ligação que facilita a navegação dos internautas. Um texto pode ter diversas palavras, imagens ou até mesmo sons, que, ao serem clicados, são remetidos para outra página onde se esclarece com mais precisão o assunto do link abordado.


O sistema de hipertexto mais conhecido atualmente é a World Wide Web, no entanto, a Internet não é o único suporte onde este modelo de organização da informação e produção textual se manifesta.

A partir de estudos feitos da mente humana, descobriu se que nosso aprendizado é armazenado na forma de links que fazem associações com outros assuntos criando assim uma gande rede de conhecimentos ligados uns aos outros.





Trabalhar com hipertexto na educação permite que o aluno desenvolva maior autonomia, interação e construção de conhecimentos na busca pelo conhecimento. Faz com que ele interaja com o assunto e contrua a sua própria forma aprendizado, de forma intuitiva e espontânea.
No sentido mais amplo, o trabalho com hipertexto pode impulsionar o aluno à pesquisa e à produção textual. O hipertexto como ferramenta de ensino e aprendizagem facilita um ambiente no qual a aprendizagem acontece de forma incidental e por descoberta (intuitiva), pois ao tentar localizar uma informação, os usuários de hipertexto, participam ativamente de um processo de busca e construção do conhecimento, forma de aprendizagem considerada como mais
duradoura e transferível do que aquela direta e explícita.


A relação entre Educação e mídias digitais se faz a partir da popularização da internet, mediante o uso intenso da linguagem html, que possibilitou a montagem de rede hipertextuais, com links. Com o uso de hipertexto, conexões disponibilizam material de referência, independente do tema de interesse, com construção de base de dados cujo acesso associativo forma uma verdadeira rede de conceitos e exemplos.


Conforme Pierre Lévy, os conteúdos tendem à digitalização, que conecta numa mesma rede o cinema, o jornalismo, a música e as telecomunicações, deixando o tratamento físico dos dados em segundo plano. Assim, "ao entrar em um espaço interativo e reticular de manipulação, associação e leitura, a imagem e o som adquirem um estatuto de quase-textos", o que amplia as ferramentas de ensino e discussão.

Por A.Brasil

Maiores informações:
mhtml:http://anhembi.blackboard.com/bbcswebdav/pid-248646-dt-content-rid-4026603_1/courses/201210.00015/hipertexto.mht     




Era Digital

Games na Educação






Atualmente há vários métodos de aplicar a educação, um deles é através da tecnologia. Infelizmente as pessoas que não dominam as técnicas virtuais são consideradas “analfabetas”.

Os jogos informativos infantis possuem pontos positivos como os games de criatividade que usam de forma subliminar a repetibilidade, criando na criança uma vontade de jogá-lo várias vezes. Existem também games divididos por fases, onde cada etapa possui um novo desafio e quando chega ao final o objetivo do jogo é completado.

Muitas vezes os fabricantes só estão preocupados em vender os produtos, deixando uma enorme quantidade de jogos nominados educativos, sem algum conteúdo útil para o desenvolvimento da criança, por isso é necessário tomarmos muito cuidado quando escolhemos um game para auxiliar o aprendizado infantil, é preciso lembrar que os softwares são apenas mais um recurso para se educar, acredito que não exista processo educativo sem a interação, troca de informações com um educador.













http://www.youtube.com/watch?v=Hvu96RNOM-Q


http://digitalunos.blogspot.com.br/
http://mdemulher.abril.com.br/blogs/jogo-rapido-educacao/files/2011/08/sies_educativos.jpg


Curso de Pedagogia
Universidade Anhembi Morumbi
Aluna: Ingrid Nascimento Da Silva

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Governo quer mais autores brasileiros traduzidos para o inglês

A Biblioteca Nacional, oitava do mundo em acervo, será neste ano uma das mais atuantes instituições públicas do Brasil a lançar mão de políticas tradicionalmente associadas ao soft power. Além de promover a tradução de obras de autores brasileiros para inglês e espanhol, está iniciando um programa para criar bibliotecas nas fronteiras do país com seus vizinhos na América do Sul.

Para o presidente da Fundação Biblioteca Nacional (FBN), Galeno Amorim, a literatura é um meio "eficaz" de proporcionar um mergulho na cultura de um povo. A instituição acaba de criar uma área internacional para ampliar a ação no exterior, o Centro Internacional do Livro. Por trás da iniciativa, porém, está a estratégia de atrair investimentos e compradores para o mercado brasileiro de livros.

O Brasil é o 11º mercado de livros do mundo, com perspectiva de crescimento, segundo o presidente da FBN, já que novas parcelas da população começam a ter mais acesso a educação e cultura. Estima-se que o país tenha cerca de 100 milhões de leitores declarados, embora 80% afirmem não ler regularmente, segundo Amorim.

"A literatura brasileira circulou melhor no passado. Queremos retomar isso", diz ele, que anunciou recentemente um programa de R$ 7,8 milhões para estimular a tradução de livros brasileiros. "Há uma percepção generalizada dentro e fora do governo de que chegou a hora. Isso é bom para o Brasil, leva produtos e serviços e amplia as trocas acadêmicas".

Em em abril próximo, o Brasil será o homenageado da 25º Feira Internacional do Livro de Bogotá. Em 2013, é a vez de uma homenagem na Feira do Livro de Frankfurt, a mais importante do mundo. Em 2014, será homenageado na Itália, na Feira do Livro Infantil de Bolonha, a maior do gênero no mundo. Há negociações em curso com outros países, como a França, adianta Galeno. A estratégia é atrair editores dos países desenvolvidos. E, por isso, a participação em feiras internacionais é essencial. "É o que dá a visibilidade inicial aos nossos títulos."

Bibliotecas de fronteira

No fim de 2011, a gigante inglesa Penguin Book realizou um grande negócio no Brasil, ao comprar a Companhia das Letras. Neste ano, uma comitiva de editores ingleses irá ao Brasil pela segunda vez, capitaneada pela Publishers Association (PA) - a primeira visita foi em 2011. Por isso, a FBN vai promover com editoras brasileiras encontros preparatórios na London Book Fair, entre 16 e 18 de abril.

"No passado, depois da vinda de espanhóis e portugueses, agora parece haver uma onda de investimentos inglesa. Isso é bom, porque as primeiras editoras estrangeiras que vieram trouxeram títulos e, em seguida, começaram a buscar autores brasileiros. Então podemos imaginar que o mesmo acontecerá com as inglesas", diz o presidente da FBN.

Amorim afirma haver no setor uma tendência à internacionalização de marcas, movimento que ele promete acompanhar atentamente "para evitar que as editoras brasileiras percam competitividade".

A FBN também tem uma frente regional, voltada à América do Sul: abrir bibliotecas de fronteira,s com acervo bibliográfico bilíngue, mobiliário e equipamentos de informática nos municípios brasileiros que ainda não possuem uma instituição do gênero, especialmente nas áreas fronteiriças.

O projeto identificou cidades gêmeas que poderiam receber essas bibliotecas de fronteira, tais como Tabatinga (AM) - Letícia (Colômbia); Ponta Porá (MS) - Pedro Juan Caballero (Paraguai); Dionísio Cerqueira (SC) - Barracão (PR) - Bernardo de Irigoyen (Argentina); Uruguaiana (RS) - Paso de Los Libres (Argentina); Sant'Ana do Livramento (RS) - Rivera (Uruguai). "Em relação aos países lusófonos, em julho lançaremos edital para apoiar a ida de editores (para rodadas de negócios)", diz Amorim.

A FBN também vai iniciar ainda neste ano o que Galeno chama de Colégio de Tradutores. A instituição vai dar bolsas para tradutores estrangeiros que serão alocados em cidades históricas, de acordo com o interesse de suas pesquisas, para se aprimorarem e tomarem contato com a cultura local. Já há negociações com França e Alemanha para parecerias. "E, na Feira Literária Internacional de Paraty, a Flip, vamos lançar os editais para dar apoio financeiro à ida de autores brasileiros para divulgarem seus livros no exterior", afirma Amorim.

A Biblioteca também lançou revistas com amostras de novos trabalhos de autores brasileiros em inglês e espanhol. "Por razões táticas, podemos fazer edições em outros idiomas", diz o 

Silvia Jorgensen

Mercadante diz que interessados em bolsas no exterior devem adiantar estudo de idiomas

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, recomendou hoje (4) aos estudantes que pretendem pleitear bolsas de estudo fora do país pelo programa CsF (Ciências sem Fronteiras) que se adiantem o estudo da língua estrangeira para facilitar o processo de ingresso nas instituições internacionais.
Segundo Mercadante, a dificuldade dos bolsistas para aprender outra língua, principalmente o inglês, tem sido o “maior desafio” da execução do programa. O CsF já concedeu 14,6 mil bolsas, sendo que desse total 3,7 mil alunos já estão estudando fora do país, o restante deve viajar a partir de agosto.
“As dificuldades operacionais são muito pequenas e absolutamente marginais. O maior desafio é a proficiência em inglês”, disse Mercadante. O estudante selecionado para o programa precisa apresentar uma pontuação mínima no Toefl (Test of English as a Foreing Language), prova internacional que certifica o nível de proficiência em inglês.
De acordo com o ministro, o estudante selecionado para o programa pode ficar por seis meses no país estudando a língua antes do início do curso, mas se não obtiver a pontuação mínima não é aceito pela instituição estrangeira.
Mercadante disse que o MEC (Ministério da Educação) está mobilizando as universidades federais e outros órgãos, como embaixadas, para aumentar a oferta de cursos de inglês para universitários. A recomendação do ministro é que logo ao entrar no ensino superior o estudante inicie o estudo da língua estrangeira. “Quem está entrando este ano na universidade já vai estudando a língua estrangeira para que no próximo ano possa se candidatar e fazer o teste de proficiência. Não tem que ficar esperando, tem que tomar a iniciativa de se habilitar”.
Atualmente está no ar o terceiro edital do CsF com 2.965 bolsas do tipo graduação sanduíche, quando o estudante faz a metade do curso no exterior e o restante no país - na Austrália, Bélgica, Coreia, Espanha, Holanda, no Canadá e em Portugal.
Os cursos priorizados pelo programa são as engenharias e da área de ciência e tecnologia. As inscrições se encerram em 30 de abril e podem ser feitas no site do programa.
O próximo edital que, segundo o ministro, deverá ser lançado em maio, irá incluir oportunidades na Alemanha, França, Itália, no Reino Unido, Canadá e nos Estados Unidos. O governo brasileiro também negocia parcerias com a Irlanda, Noruega, Índia e Finlândia.
De acordo com o ministro, há também uma demanda forte de pesquisadores e professores estrangeiros interessados em trabalhar no Brasil. Dois programas da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) e do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) que vão oferecer bolsas para este público tiveram inscrições acima da expectativa, na avaliação de Mercadante.
Ele acredita que o interesse no Brasil decorre da projeção internacional que o país ganhou nos últimos anos e do cenário econômico mundial.
“Por causa da crise está havendo um corte de orçamento muito forte na área da pesquisa, ciência e academia, na Europa e nos Estados Unidos. Pela primeira vez em muitos anos você tem desemprego acadêmico em uma área que sempre foi muito preservada”.

Japoneses desenvolvem sistema para controlar o Kinect com a língua

Tecnologia seria usada para ajudar pessoas que perderam os movimentos do órgão, como vítimas de AVC.

Um grupo de pesquisa de uma universidade japonesa está desenvolvendo uma maneira de fazer o Kinect detectar o movimento da língua e usá-la como um mecanismo de controle.
Funcionaria exatamente como balançar a mão na frente do Kinect - neste caso, claro, com a língua para fora. Parece meio estranho, mas não é um muito em comparação com todas as outras coisas embaraçosas que a maioria dos jogadores fazem na frente de um Kinect. 
Embora pareça um projeto bizarro, o objetivo é nobre. A tecnologia será usada como ferramenta de formação para os músculos orais. A meta é ajudar as pessoas - como vítimas de AVC, - que sofrem de distúrbios da motricidade oral que diminuíram sua capacidade de falar ou engolir.
O grupo demonstrou um game de tiro usado para treinar línguas para mover para a esquerda e direita. O sistema identifica a língua e sua orientação para determinar para onde as balas iriam.
Os pesquisadores dizem que o sistema ainda necessita de melhorias para ser mais preciso e suficientemente robusto para detectar o movimento de lábios, assim como da língua.