A CRONICA ESCRITA POR PAULO MENDES CAMPOS
A História Da Alice No País Das Maravilhas
E o bate papo com o interlocutor para Maria Da Graça
por PAULO MENDES CAMPOS DO LIVRO O AMOR ACABA
O livro vem como um auto ajuda talvez, aliviando a visão sobre o mundo, e os que nos cerca no entendimento sobre a vida vivida por um personagem. Maria Da Graça, não leve a vida tão a sério.
Alice no país das Maravilhas, são momentos mágicos, e no mundo real onde Maria da Graça pode encontra formas também para escapa, ou resolver algo que lhe tire as dúvidas.
Uma pequena frase do texto me chamou a tenção, seguido Maria da Graça.
Há uma sabedoria social ou de bolsos, nem toda sabedoria tem de ser séria ou profunda. No mundo real, muitas coisas que acontece, um problema ou situação não solucionada como exe.: Alice que se encontrava no fundo do poço, e cansada de estar sozinha, achou a porta e abriu. Voltando ao bolso, que nem tudo se deve levar ao pé da letra.
O ratinho conta sobre sua trajetória, de que todos nós temos problemas, que daria para escrever um livro, com tanta coisa que nos acontece, momentos tristes e bons.
O texto mexe muito com relação o que apreendemos no dia a dia, coisas inexplicáveis, são sensações de momentos aprendidos, do que a vida é capaz de mostramos em simples gestos, uma gota d'água, tem um significado para os grandes observadores da vida.
Quando Alice diminuiu de tamanho um camundongo. Isso acontece no nosso mundo real, que às vezes nos sentimos inferiores aos outros. O que mas marcou é a ideia do texto, sua elaboração, com relação a nossa realidade. Um pequeno texto de observação.
A alma da gente é uma máquina complicada que produz durante a vida toda uma quantidade imensa de camundongos. O jeito é rir no caso da primeira confusão e ficar bem-disposto para enfrentar o rinoceronte que entrou em nosso domínio disfarçado de camundongo. Mas como tomar o pequeno por grande e o grande por pequeno é sempre meio cómico, nunca devemos perder o bom humor. Toda pessoa deve ter três caixas para guardar humor: uma caixa grande para o humor mais ou menos barato que a gente gasta na rua com os outros; uma caixa médica para o humor que a gente precisa ter quando está sozinho, para perdoares a ti mesma, para rires de ti mesma; por fim, uma caixa preciosa, muito escondida, para as grandes ocasiões. Chamo de grandes ocasiões os momentos perigosos em que estamos cheios de sofrimento ou de vaidade, em que sofremos a tentação de achar que fracassamos ou triunfamos, em que nos sentimos umas drogas ou muito bacanas. Cuidado, Maria, com as grandes ocasiões.
Por fim, mais uma palavra de bolso: às vezes uma pessoa se abandona de tal forma ao sofrimento, com tal complacência, que tem medo de não poder sair de lá. A dor também tem o seu feitiço, e este se vira contra o enfeitiçado. Por isso Alice, depois de ter chorado um largo, pensava: "Agora serei castigada, afogando-me em minhas próprias lágrimas". Posto
como um dialogo entre o autor e o personagem, havendo uma terceira pessoa o próprio leito. A verdade que somos camundongos pequenos e ao mesmo tempo grandes, conforme enxergamos a vida. Em geral fala-se de nós mesmo, a métodos para se resolver. Buscando divergência os hábitos sem fronteiras, que são posto em cada , sapatinho nosso. Ao sair de casa, observe sua própria porta , que é a saída para dentro e fora de casa, podemos corpora como a porta da felicidades.
http://propaulo.blogspot.com.br/2012/03/para-maria-da-graca-paulo-m-campos.html?spref=bl
Universidade Anhembi Morumbi
Ingrid Nascimento Da Silva
Curso de Pedagogia


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